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2000

A história da APPJ remonta ao ano de 2000 quando um grupo de profissionais, envolvidos em projetos e parcerias nacionais e transnacionais deram os primeiros passos na mudança de paradigma na intervenção com públicos jovens. 

Esta intervenção foi-se especializando e sendo incorporada nas políticas regionais, criando a necessidade de autonomização de uma equipa e de um espaço próprio de intervenção e acompanhamento de jovens em risco.    

2007

Em 2007, nasce a APPJ com a Equipa de Apoio Integrado ao Jovem em Risco que veio a intervir com jovens através de um Centro de Atendimento e Acompanhamento Psicossocial, que se constitui então como o núcleo da organização pela celebração de um protocolo de cooperação técnico-financeiro com o Instituto da Segurança Social dos Açores (ISSA). 

2010

Surge o Centro de Formação e Investigação que, em 2010, veio a constituir-se como entidade formadora acreditada pela Direção Regional de Qualificação Profissional e Emprego (DRQPE), construindo e homologando programas formativos direcionados a profissionais e/ou jovens, a partir dos 18 anos de idade. No âmbito da investigação, foram sendo desenhados e construídos novos projetos de intervenção comunitária, com base no binómio investigação-ação. 

2011

Em 2011, implementa-se em duas escolas do 1º ciclo, no concelho de Ponta Delgada, o Projeto FLASH. Neste projeto foi possível intervir junto de duas turmas, com o objetivo de intervir de forma preventiva, ao nível das competências pessoais e sociais e resolução de conflitos, através de atividades lúdico pedagógicas, animação de recreios, atividades de biblioteca e artes plásticas. A intervenção decorreu em torno de 3 Eixos: Escola – Família – Comunidade, para a promoção da cidadania e prevenção de comportamentos de risco.

2014

Em 2014, nasce o Projeto Terra Jovem com o apoio do Programa Cidadania Ativa Fundos EEA Grants da Fundação Calouste Gulbenkian, fruto da necessidade de dar resposta a jovens com vulnerabilidades no domínio das soft skills, com vista à sua empregabilidade. Trata-se de um projeto de base territorial, atualmente financiado pela Direção Regional para a Promoção da Igualdade e Inclusão Social (DRPIIS), com uma metodologia de mobilização das comunidades em várias localidades da ilha de S. Miguel.  

2016

Em 2016, numa candidatura à Direção Regional da Juventude (DRJ) surge o Projeto Equipa-te, um projeto de prevenção e intervenção pioneiro na Região Autónoma dos Açores, que assenta na intervenção psicossocial com jovens através do desporto. O mesmo iniciou-se em S. Miguel, sendo que atualmente já se encontra implementado em 7 ilhas do arquipélago, privilegiando uma intervenção em 5 eixos:
Eixo 1- Jovens; Eixo 2- Famílias; Eixo 3- Treinadores e Staff dos Clubes e Eixo 4- Comunidade/Rede de Parceria.

2018

Em 2018, constitui-se o Gabinete de Empregabilidade Jovem, uma resposta integrada e facilitadora da empregabilidade jovem. Pretende-se colmatar uma necessidade de intervenção no âmbito da promoção e desenvolvimento de competências pessoais, sociais e profissionais, procurando criar estratégias facilitadoras da inclusão no mercado de trabalho. 

2021

Desde 2021, a APPJ tem desenvolvido outras iniciativas tais como o On Going, o Job On Tour e a Rede ROUTER– Rede Socioeconómica de Respostas Inclusivas. Procura, ainda, associar-se a outras ações como é o caso do Programa Proinfância, da Fundação “La Caixa”.

2022

Em 2022, foi construído um programa de competências facilitadoras para a transição escolar do 1º para o 2º ciclo, com enfoque no desenvolvimento de competências sociais e emocionais. Este projeto piloto foi desenvolvido no ano letivo de 2022/2023 em parceria com a Escola Básica e Secundária Armando Côrtes-Rodrigues e com a EB/JI Padre Manuel Ernesto Ferreira. 

2025...

Em 2025, com a candidatura à iniciativa Gulbenkian Empregar da Fundação Calouste Gulbenkian, nasceu um novo projeto na Associação – Heróis do Mar. Pretende-se promover a inclusão social e a criação de novas oportunidades de emprego, através da capacitação de jovens associada à economia azul. Serão abrangidos jovens dos 16 aos 30 anos, com potencial de empregabilidade, residentes na Vila de Rabo de Peixe e freguesia de Calhetas, concelho da Ribeira Grande. 

A nossa história não termina aqui! Somos uma Associação dinâmica, que procura promover constantes sinergias comunitárias, adaptadas às suas necessidades e potencialidades, desenvolvendo, desta forma, novos projetos e iniciativas.